Sempre fui a menor da sala. Quando tinha lá meus 14 anos era muito traumatizada por não ter seios e isso durou até meus 17. Assim que entrei na faculdade, não sei porquê, comecei a gostar mais do meu corpo e já estava quase abandonando a idéia de usar sutiã. Já tinha um discurso feminista prontinho dentro do bolso caso alguém questionasse.
E então veio a gravidez: corpo inchado. Pés, mãos, rosto e os seios. Comprei meu primeiro sutiã de bojo tamanho M. (Uau!) E a Laura nasceu. Contrariando tudo e todos, tive muito leite, amamentei a Laura por quase 18 meses e comprei muitos sutiãs M. Estava feliz.
Hoje, dois meses após o fim da amamentação resolvi colocar um vestido para ir em uma festa. Um vestido branco lindo de bolinhas vermelhas, minha paixão. E constatei que voltei a ser uma tábua, como chamavam os meninos que eu estudava na época. Como sofri com certos apelidos!
Mas não pagaria 5 mil reais pra colocar prótese de silicone sem antes ter viajado pra Índia. Será que vou passar mais três anos nesse sofrimento de novo? Uma coisa é certa: eles não vão cair! Até porque não tem o que cair mesmo...
E então veio a gravidez: corpo inchado. Pés, mãos, rosto e os seios. Comprei meu primeiro sutiã de bojo tamanho M. (Uau!) E a Laura nasceu. Contrariando tudo e todos, tive muito leite, amamentei a Laura por quase 18 meses e comprei muitos sutiãs M. Estava feliz.
Hoje, dois meses após o fim da amamentação resolvi colocar um vestido para ir em uma festa. Um vestido branco lindo de bolinhas vermelhas, minha paixão. E constatei que voltei a ser uma tábua, como chamavam os meninos que eu estudava na época. Como sofri com certos apelidos!
Mas não pagaria 5 mil reais pra colocar prótese de silicone sem antes ter viajado pra Índia. Será que vou passar mais três anos nesse sofrimento de novo? Uma coisa é certa: eles não vão cair! Até porque não tem o que cair mesmo...





